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Maternidade Frei Damião recebe equipe do Ministério da Saúde e discute notificação de anomalias congênitas

A Maternidade Frei Damião recebeu, nesta quinta-feira (1º), a visita da equipe do Ministério da Saúde e das áreas técnicas da Saúde da Criança, Vig...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraíba
01/08/2024 às 19h12
Maternidade Frei Damião recebe equipe do Ministério da Saúde e discute notificação de anomalias congênitas
Foto: Reprodução/Secom Paraíba

A Maternidade Frei Damião recebeu, nesta quinta-feira (1º), a visita da equipe do Ministério da Saúde e das áreas técnicas da Saúde da Criança, Vigilância em Saúde e Materno-infantil da Secretaria de Estado da Saúde, para avaliar as notificações de anomalias congênitas. A agenda teve o objetivo de qualificar os dados para fortalecer a assistência aos recém-nascidos (RN) e às gestantes.

Durante a visita, foram discutidos os fluxos da vigilância epidemiológica, para identificar fragilidades que possam comprometer a notificação oportuna e adequada das anomalias congênitas em recém-nascidos. De acordo com a diretora-geral da Maternidade Frei Damião, Marcela Tárcia, a visita vem fortalecer as rotinas já realizadas na maternidade, em relação aos dados informados ao Ministério da Saúde.

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“Como maternidade de alto risco, conseguimos identificar algumas dessas anomalias ainda no pré-natal, tendo a oportunidade de direcionar o cuidado antes mesmo do nascimento da criança. É importante destacar que a notificação adequada garante uma assistência qualificada para essas famílias, com o cuidado integral voltado para a saúde do recém-nascido”, afirmou.

De acordo com o consultor técnico do Ministério da Saúde, João Matheus Bremm, a Maternidade Frei Damião tem um perfil atípico, com um baixo volume de registros de crianças com anomalias congênitas. “Aqui na unidade tive acesso a todos os processos, prontuários e sistemas e pude perceber que isso ocorre por conta de um fluxo bem organizado que consegue encaminhar os pacientes diagnosticados no pré-natal para uma unidade de referência que acolha de forma mais completa crianças com anomalias que tenham repercussão clínica grave”, explicou.

João Matheus finalizou a visita enfatizando que a unidade tem feito um trabalho acima da média nacional e que o resultado da visita foi satisfatório. “Fiquei bem satisfeito porque de maneira geral o trabalho feito aqui em relação à notificação de anomalias congênitas está muito acima do que vem sendo observado no país”, finalizou.

Anomalias congênitas- São definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como defeitos estruturais ou funcionais que ocorrem durante a vida intrauterina, e podem ser identificadas na gestação, no nascimento ou ao longo da vida. Estima-se que, globalmente, 3% a 6% dos recém-nascidos apresentem alguma forma de anomalia congênita. Além da alta incidência, essas condições representam uma das principais causas de morte infantil, sendo a segunda principal causa de morte infantil no país.

Foto: Reprodução/Secom Paraíba
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