03/12/2016 13:23

Mostra ‘Frederico Fellini’ movimenta Estacine de dezembro em JP; veja programação

Entrada é gratuita e os filmes do projeto obedecem à classificação indicativa de ...

Entrada é gratuita e os filmes do projeto obedecem à classificação indicativa de idade

Estacine é um projeto de cinema idealizado pelo setor de eventos da Estação Cabo Branco

O último mês do ano o projeto Estacine rende homenagem ao cineasta italiano Frederico Fellini. Neste sábado (3), às 16h, no miniauditório da Estação das Artes, será exibido o filme “A Doce Vida”. No domingo (4), também às 16h, será exibido o filme “Amarcord”.

A entrada é gratuita e os filmes do projeto obedecem à classificação indicativa de idade. Na programação estão incluídos os filmes: 8 1/2 (10), E la nave va (11), noites de Cabíria (17) e A Estrada da Vida (18).

O filme de sábado (3), “A Doce Vida” se passa em Roma e fala da história de Marcello Rubini (Marcello Mastroianni), um jornalista que escreve fofocas para os tabloides sensacionalistas. Ele anseia ser um escritor sério mas, como tantos, nunca consegue escrever qualquer coisa mais profunda além do que ele normalmente escreve para viver. Em uma boate Marcello conhece uma herdeira rica, Maddalena (Anouk Aimée). Juntos pegam uma prostituta e passam a noite fazendo um menage à trois no quarto da meretriz. Quando Marcello volta para casa encontra sua costumeira amante, Emma (Yvonne Furneaux), que tinha tomado uma overdose de pílulas para dormir. Marcello se apressa em levá-la até o hospital onde ele fica seguro que Emma se recuperará, apesar dela estar ainda muito deprimida. Marcello então corre para cobrir no aeroporto a vinda de Sylvia Rank (Anita Ekberg), uma nova atriz de Hollywood. Logo Marcello fica mais íntimo de Sylvia e é tudo que ele deseja, pois está totalmente fascinado pela beleza dela.

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No domingo (4) será exibido “Amarcord”. O filme traz no elenco os atores: Magali Noël, Pupella Maggio e Armando Brancia. Com duração de 2 horas o filme se passa através dos olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anti-convencional.



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