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15/07/2017 01:03

Bebê se enrosca em cordão umbilical e mãe dá à luz dentro de ambulância na PB

Parto aconteceu dentro de ambulância do Corpo de Bombeiros na cidade de Patos, no Se...

Parto aconteceu dentro de ambulância do Corpo de Bombeiros na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba.

Bebê nasceu dentro de ambulância do Corpo de Bombeiros, na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Bebê nasceu dentro de ambulância do Corpo de Bombeiros, na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

ma criança nasceu dentro de uma ambulância do Corpo de Bombeiros, em um parto de emergência na cidade de Patos, no Sertão paraibano. Durante o procedimento, os bombeiros e a mãe tiveram um susto, quando o cordão umbilical ficou em volta do pescoço do bebê, mas a criança não teve nenhuma sequela. José Érick nasceu saudável, pesando 3,2 kg e com 45 centímetros de altura.

A mãe, Luzia Dias, conta que estava em casa, por volta das 16h da quarta-feira (12), quando sentiu fortes contrações. Sem forças para ir à maternidade, a mulher acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas foi informada de que o órgão não poderia ir ao local, no momento. A família então acionou o Corpo de Bombeiros.

Na casa de Luzia Dias, os bombeiros tentaram realizar o parto no quarto da casa dela, mas, como o cômodo tinha pouco espaço, eles decidiram levar a mulher para a ambulância. “Nós achamos melhor levar ela para a ambulância, que lá a gente teria mais comodidade, até privacidade para fazer o atendimento”, disse o sub-tenente Francisco, do Corpo de Bombeiros, que participou do atendimento.

Durante o parto, os bombeiros perceberam que a bolsa ainda não havia estourado. A preocupação aumentou quando o cordão umbilical ficou enrolado no pescoço do bebê. “O cordão umbilical podia tanto apertar o pescoço do recém-nascido, como também ser pressionado e interromper o fluxo sanguíneo”, explicou o bombeiro.

Pelas complicações, familiares acreditam que se a criança tivesse nascido em casa, sem apoio do médico ou do Corpo de Bombeiros, ela teria morrido. “Se tivesse nascido em casa o bebê tinha morrido, porque a gente não sabia como era que faria (o parto). Graças a Deus está tudo bem. Temos que agradecer primeiro a Deus, depois aos Bombeiros que vieram rápido”, disse Rayane de Lima, madrinha da criança.

Passado o susto do parto, a mãe e o bebê foram levados para a Maternidade Peregrino Filho, na cidade de Patos. A mãe conta que o filho é muito calmo e que só chora a hora de tomar banho. Agora ela aguarda ansiosa a alta médica para poder ir para casa e cuidar do pequeno José Érick.

G1